Dia das Crianças deve ter volume menor de vendas em BH

Entretanto, perspectiva é que o tíquete médio seja maior em 2023

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Crédito: Pixabay

A pretensão de compras para o Dia das Crianças neste ano frente igual período de 2022 está menor em Belo Horizonte, conforme pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead), divulgada nessa terça (3).  Do total dos entrevistados, 41,90% pretendem presentear uma criança neste 12 de outubro. Em 2022, eram 44,29%. A queda de 5,40% na comparação com a data do ano passado faz com que percentual daqueles que querem comprar presentes para os pequenos chegue ao mesmo patamar de 2018.

Para o gerente do Ipead, Eduardo Antunes, o recuo não é preocupante e voltou ao patamar habitual. Ele explica que durante os anos de pandemia a intenção de compras para a data foi maior com o objetivo de compensar ou mesmo distrair as crianças que não podiam sair de casa.

“Em 2021 foi registrado o maior percentual e nos anos seguintes foi regredindo”, diz. Naquele ano, a intenção de compras chegou a 52,86%.

Tíquete médio

Antunes observa que as vendas do comércio para Dia das Crianças em Belo Horizonte tendem a ser menores em volume, mas maiores no valor dos presentes. Dentre os consumidores que pretendem presentear, o valor médio dos presentes a serem adquiridos neste ano é de R$ 83,52 para cada criança.

Ele explica que devido a uma mudança de metodologia, o tíquete médio deste ano não é comparável ao de anos anteriores. 

Além do valor médio dos presentes, o levantamento do Ipead mostra que 73,49% dos entrevistados que pretendem presentear planejam comprar presentes de até R$ 100 por criança. A distribuição deste grupo entre as faixas de preço “até R$ 50” e “de R$ 51 a R$ 100” foi relativamente equilibrada, sendo citadas por 36,14% e 37,35% dos entrevistados, respectivamente.

A pesquisa sobre a pretensão de compra para o Dia das Crianças de 2023 mostra que houve um aumento da parcela que afirma que pretende gastar valor igual ou superior ao ano anterior, de 64,28% para 74,70%. O crescimento é de cerca de 16%.

O gerente do Ipead destaca que a compra presencial ainda é a escolhida pela maioria dos consumidores, com 54,55% neste ano.

Desenvolvida pela Fundação Ipead, a pesquisa é aplicada juntamente com o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) de Belo Horizonte. O levantamento é realizado uma vez ao ano, durante o mês de setembro, com os 210 consumidores que respondem à pesquisa do ICC.

Fonte: Jornal Diário do Comércio – caderno de Economia – reportagem Juliana Gontijo.

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Assessoria de Comunicação Fundação IPEAD

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