Gasolina mais barata faz inflação recuar em BH pela primeira vez desde 2020

Combustível caiu 18% em julho, segundo o Ipead, e ajudou no recuo de 0,27% observado no IPCA em BH Impactado pela redução no preço da gasolina, o custo de vida em Belo Horizonte, medido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou 0,27% em julho, pela primeira vez desde maio de 2020. Pesquisa mensal divulgada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis (Ipead) da UFMG mostra que apesar da redução no mês, o acumulado da inflação nos últimos 12 meses na capital é de 10,89%. A queda observada está relacionada à diminuição de 18,12% no preço da gasolina, após a Lei Complementar que limitou a alíquota do ICMS sobre o combustível, telecomunicações e energia no Brasil. Em […]

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Preço da cesta básica cai em BH, mas segue acima de R$ 670

Estudo divulgado pela UFMG mostra que, entre junho e julho, o custo diminuiu apenas 0,03% no país; leite e banana pressionam o orçamento Em meio ao recuo da inflação em Belo Horizonte, o preço da cesta básica na capital também registrou queda em julho e chegou a R$ 679,49. A redução no valor total ocorreu pelo terceiro mês seguido, conforme apontou pesquisa divulgada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis (Ipead) da UFMG nesta quarta-feira (03).  Se comparado ao resultado obtido em junho, a queda foi pequena, já que ao final do primeiro semestre o custo da lista de produtos para o dia-dia estava orçado em R$ 680,58 na metrópole. Os principais vilões da cesta básica em julho foram […]

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IPEAD UFMG: com alta de 15,40% no valor do plano de saúde individual, custo de vida continua subindo em BH

Puxado pelo valor do plano de saúde individual, que subiu 15,40% no último mês, o custo de vida em Belo Horizonte voltou a aumentar em junho, com alta de 1,45%. O resultado foi obtido a partir da pesquisa de preços dos produtos/serviços realizada pelo Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de MG (Ipead/UFMG). Os estudos completos podem ser encontrados no site do Ipead. Medido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e pelo Índice de Preços ao Consumidor Restrito (IPCR), o aumento no custo de vida também foi motivado pelas altas de 7,66% para saúde e cuidados pessoais, 4,16% para alimentos elaboração primária, 2,37% para encargos e manutenção, 2,06% para artigos de residência e 1,23% para alimentos industrializados. No sentido oposto, destaca-se […]

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Custo de vida em BH tem alta de quase 1,5% em junho

O custo de vida continua ficando mais caro em Belo Horizonte. Em junho houve um avanço de 1,45%. Os dados foram divulgados pela Fundação Ipead/UFMG. Os moradores estão notando isso no bolso. O custo de vida é calculado com base no IPCA, índice que mede a inflação. A alta registrada no mês passado foi puxada principalmente pelos serviços de saúde e cuidados pessoais, com elevação de 7,66%. Já o valor da cesta básica ficou em R$ 680,58, mais da metade do salário mínimo. Fonte: Rádio BandNews FM Belo Horizonte – Publicado em 05/07/2022 – Reportagem Gabriele Álvares.

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As estratégias do consumidor para driblar a disparada dos preços

Consumidores recorrem a hábitos como compras no atacado ou divididas entre famílias para escapar dos reajustes constantes e garantir produtos na mesa A disparada dos preços dos itens essenciais da cesta básica em Belo Horizonte e na região metropolitana leva os consumidores a adotarem comportamentos muito comuns nos anos 1980 e 1990, quando o Brasil amargou crise econômica e teve perdas inflacionárias altíssimas. A preferência por atacados e pelo antigo hábito de dividir compras entre familiares e vizinhos tornou-se necessidade imediata para aproveitar promoções e driblar os constantes aumentos que caem sobre o bolso. O consumidor sente de forma imediata a variação nos preços no país, puxada justamente pela alta nos combustíveis e nos alimentos. No mês passado, o Índice Nacional de Preços […]

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Valor da cesta básica em BH chega a quase 60% de um salário mínimo

Nos últimos 12 meses, cesta básica já acumula alta de 28,61% na capital e agora custa R$ 716,26; ‘vilões’ em abril foram tomate, batata e pão de sal Quem mora em Belo Horizonte sente no bolso os impactos do aumento do custo de vida na cidade. Dados apresentados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas e Contábeis (Ipead) de Minas Gerais apontam que a cesta básica teve uma alta de 3% em abril, chegando a R$ 716,26, equivalente a 59,10% do salário mínimo atual. Esse é o maior valor atingido pela cesta básica em BH. O custo médio da cesta básica representa os gastos de um trabalhador adulto com a alimentação, baseada em 13 produtos, conforme o Decreto-Lei 399/38. Em […]

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Pesquisa revela aumento no custo de vida em Belo Horizonte

O trabalhador já gasta cerca de 60% do salário mínimo na compra de produtos básicos, como arroz, feijão, açúcar e café  Repercussão da pesquisa da cesta básica do mês de abril de 2022 realizada pela Fundação IPEAD, por meio da Record TV Minas em 04/05/2022. “O custo de vida em Belo Horizonte voltou a aumentar no mês de abril. A Fundação IPEAD/UFMG divulgou nesta quarta-feira (4) dados que apontam um aumento significativo no valor de produtos na capital mineira. O trabalhador já gasta cerca de 60% do salário mínimo na compra de produtos básicos, como arroz, feijão, açúcar e café”. Fonte: Record TV MG e Portal R7 MG em 04/05/2022

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Preço da gasolina contribui para a subida do custo de vida em BH

Combustível registra alta de 2,03% nos preços na capital mineira, enquanto cesta básica chega ao valor de R$ 716,26, conforme estudo divulgado pelo Ipead O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,86% em Belo Horizonte em abril, segundo estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead), da UFMG. A gasolina comum, com alta de 2,03% nos preços, foi o produto que mais contribuiu para esse aumento. Alimentos industrializados (4,06%) e de elaboração primária (3,82%), além de vestuário e complementos (2,32%), apresentaram as maiores variações positivas. Também houve majoração em alimentação em restaurante (2,07%), saúde e cuidados pessoais (1,96%) e artigos de residência (1,26%). Em compensação, bebidas em bares e restaurantes sofreram queda de 1,22%. No […]

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