As famílias menos abastada na Região Metropolitana de Belo Horizonte sentiram mais os efeitos da inflação do que a classe com maior poder aquisitivo no acumulado dos últimos doze meses. É o que revela a comparação entre dois indicadores calculados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O primeiro é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), criado para medir a evolução dos preços de produtos e serviços às famílias com rendimentos de um a cinco salários mínimos (até R$ 4.990). O segundo é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que avalia o sobe e desce dos preços de produtos e serviços às famílias que possuem renda entre um e 40 salários mínimos (até R$ […]
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